I am always looking for great ways to organize kids and the entrance of the home. With 3 boys and all the gear they need it’s easy to have a messy entrance and chaotic “getting out the door” times. Here is another great idea. Select colors and hooks to go with your style and you’re set!
Um ano e tanto!
2011 não deixa nada a desejar: com uma mudança anunciada em março, que nos levaria de costa a costa dos Estados Unidos; a compra e reforma da nossa casa em San Diego, comigo em Maryland e o empreiteiro na California, a graduação e formatura do Addie como ginecologista oncológico, além do trabalho da casa, das crianças e da minha atividade como organizadora profissional, eu tive todos os testes à minha paciência, capacidade de lidar com estresse e ainda assim continuar desfrutando a vida.
Mas, com um dia atrás do outro, tudo vai entrando nos eixos e eu me encontro agora, na minha casa linda, como eu sonhei, aproveitando os dias quentes do inverno californiano e vendo a vida se abrir em mais um capítulo.
Eu sou brasileira, nascida e criada no Rio, cidade que amo de paixão, e venho de uma família linda, com pais amorosos, uma irmã fantástica e eles são, junto do meu marido, os pilares que me suportam quando o mundo começa a parecer um lugar mais complicado do que eu posso lidar. Além deles, tenho os meus maravilhosos amigos, que me trazem alegrias, risos, visitas, com quem compartilho a vida por muitos e muitos anos.
Sou casada com Addie, um médico da marinha americana, filho de pai Assírio e de mãe americana. Nós temos três meninos e a vida segue bem e feliz. Eu sou otimista, tenaz e não tenho medo de trabalho. Amo aventuras, viagens, lugares bonitos, pessoas interessantes, apesar de ter me tornado mais cautelosa depois de ter tido filhos e me tornado americana – afinal o mundo não gosta muito das políticas daqui. Minha vida é idêntica a de milhões de mulheres que decidiram ficar em casa e se vêem as voltas com os afazeres domésticos, a vontade de crescer pessoal e profissionalmente, a rotina dos filhos e da vida nos subúrbios americanos. Nem tudo é bliss, mas a vida segue feliz.
Eu sou feliz com as escolhas que fiz e sempre que visito o Rio e fico na minha mãe, cercada de ajuda doméstica, fico ainda mais feliz por ter tido a oportunidade de ter tido filhos fora do esquema em que eu provavelmente estaria, se tivesse casado e formado família no Brasil. Aqui eu tenho a graça de cuidar das crianças, de vê-las crescer, de desfrutar da companhia delas, de dar a elas o prazer de ter um de nós dois por perto. Tudo isso sem tem que enfrentar o preconceito de fazer esta opção.
Toda escolha tem o “outro lado”, e já diz o ditado que a grama do vizinho é sempre mais verde. Assim, antes que você pense que eu nunca questiono a minha opção, saiba que o faço, mas que estou aprendendo a perda de tempo e energia que isso gera. Meu exercício é aprender a equilibrar, a encontrar um caminho que sirva ao meu desejo de estar presente para os meus filhos e de alimentar minha alma. Eu espero que nesta busca você também se inspire e divida comigo as tuas dúvidas e as alegrias do caminho!
Tenha um super 2012! O meu será aquilo que eu fizer dele. Isso eu já sei.
Em paz e gratidão, sempre.
Helean